
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Matemática (?)
Hoje eu tive uma [muito chata e improdutiva] aula de matemática. Assim como todas as outras aulas do dia, diga-se de passagem. E o namorado implorando por algumas aulas, já que seus respectivos professores não querem nada com a hora do Brazil Brasil. Maldita americanização.
Mas, antes de tudo isso, navegando no orkut pela manha, eu vi a pérola da semana. Agora eu sei que não sou tão ruim em matemática assim =))
E reparem também no finalzinho, quando um esperto fala algo sobre roubar vasos. Quem roubou vasos no cemitério foi outro estilista, ao caro amigo lerdo. Mas como eu só agora eu vi essa segunda pérola - não tão boa quanto a primeira - e o tópico aparentemente foi apagado da comunidade, não deu pra ressaltar >P
Clique para ver em tamanho original.

PS: Eu sei que ultimamente tenho postado mais prints do que escrito, mas tô sem inspiração/assunto mesmo. Assim que algo criativo/interessante vier à cabeça, eu escrevo (y). E outra coisa: Se você ler isso, deixe um comentário. É muito chato escrever pras paredes :S
Mas, antes de tudo isso, navegando no orkut pela manha, eu vi a pérola da semana. Agora eu sei que não sou tão ruim em matemática assim =))
E reparem também no finalzinho, quando um esperto fala algo sobre roubar vasos. Quem roubou vasos no cemitério foi outro estilista, ao caro amigo lerdo. Mas como eu só agora eu vi essa segunda pérola - não tão boa quanto a primeira - e o tópico aparentemente foi apagado da comunidade, não deu pra ressaltar >P
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PS: Eu sei que ultimamente tenho postado mais prints do que escrito, mas tô sem inspiração/assunto mesmo. Assim que algo criativo/interessante vier à cabeça, eu escrevo (y). E outra coisa: Se você ler isso, deixe um comentário. É muito chato escrever pras paredes :S
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Nevasca onde?
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Quanto está valendo uma vida?
Hoje eu fui acordada por uma notícia que conseguiu estragar meu humor. E que me deixou tão inquieta, tão transtornada que resolvi vir aqui falar o que acho sobre ela.
Não sei ao certo qual a pior das partes dessa história.
Impunidade? Essa deve ser a palavra preferida da população marginalizada do Rio. Virou uma verdade universal por aqui.
Deixem-me contar o que vai acontecer. Se esses idiotas forem 'importantes' no tráfico, alguns laranjas serão mandados no lugar deles. Se forem só idiotas comuns - como eu acredito -, serão presos, irão a julgamento, serão condenados e depois de dois anos de pena, libertados por bom comportamento. É isso aí! São os direitos humanos. Que, ao meu ver, deveriam ser usados só para os humanos. Não pra essa corja de animais que fazem uma barbaridade dessa com uma criança. E os direitos humanos dessa criança que foi privada de viver? E os direitos humanos dessa família que foi marcada pela violência tão brutalmente?
E daqui há dois anos? Com os marginais de volta às ruas e com o caso já abafado? E essa família que foi destruída e desmoralizada e que a cada dia vai fazer força pra continuar a viver? E esses pais que a cada ano imaginarão como seu filho estaria se não tivesse sido tomado deles?
Meus Deus, quanto está valendo uma vida?! Caramba, era uma criança! Hoje em dia, quanto vale uma vida? Nem é preciso imaginar a dor dessa mãe pra se indignar. Mas imagine se isso tivesse acontecido com o seu filho.
Na mídia, tudo será tratado com muita atenção. Pelo menos hoje. Pelo menos nessa semana. Talvez ainda seja lembrado nesse mês. Mas mais que isso? Eu, sinceramente, duvido. Eu nunca fui a pessoa mais esperançosa do mundo. Muito longe disso, aliás. Mas ultimamente, a pouca fé que eu carregava nesse país, esvaiu-se pelo ralo do descaso.
Com todas essas coisas... Eu não consigo deixar de pensar que o mundo está, de fato, acabando.
Não sei ao certo qual a pior das partes dessa história.
Impunidade? Essa deve ser a palavra preferida da população marginalizada do Rio. Virou uma verdade universal por aqui.
Deixem-me contar o que vai acontecer. Se esses idiotas forem 'importantes' no tráfico, alguns laranjas serão mandados no lugar deles. Se forem só idiotas comuns - como eu acredito -, serão presos, irão a julgamento, serão condenados e depois de dois anos de pena, libertados por bom comportamento. É isso aí! São os direitos humanos. Que, ao meu ver, deveriam ser usados só para os humanos. Não pra essa corja de animais que fazem uma barbaridade dessa com uma criança. E os direitos humanos dessa criança que foi privada de viver? E os direitos humanos dessa família que foi marcada pela violência tão brutalmente?
E daqui há dois anos? Com os marginais de volta às ruas e com o caso já abafado? E essa família que foi destruída e desmoralizada e que a cada dia vai fazer força pra continuar a viver? E esses pais que a cada ano imaginarão como seu filho estaria se não tivesse sido tomado deles?
Meus Deus, quanto está valendo uma vida?! Caramba, era uma criança! Hoje em dia, quanto vale uma vida? Nem é preciso imaginar a dor dessa mãe pra se indignar. Mas imagine se isso tivesse acontecido com o seu filho.
Na mídia, tudo será tratado com muita atenção. Pelo menos hoje. Pelo menos nessa semana. Talvez ainda seja lembrado nesse mês. Mas mais que isso? Eu, sinceramente, duvido. Eu nunca fui a pessoa mais esperançosa do mundo. Muito longe disso, aliás. Mas ultimamente, a pouca fé que eu carregava nesse país, esvaiu-se pelo ralo do descaso.
Com todas essas coisas... Eu não consigo deixar de pensar que o mundo está, de fato, acabando.
sábado, 3 de fevereiro de 2007
Lasanha de espinafre com champignon

Ingredientes
- 500 gr de massa para lasanha semi-pronta(s)
- 1 maço(s) de espinafre cozido(s)
- 350 gr de champignon fresco
- 1 lata(s) de creme de leite
- 400 gr de ricota
- quanto baste de alho
- quanto baste de noz-moscada
- quanto baste de sal
- quanto baste de pimenta-do-reino branca moída(s)
- 1 tablete(s) de caldo de frango
- 200 ml de água
- quanto baste de manteiga
Modo de Preparo
| Refogue o espinafre na manteiga com o alho, acrescente os champignons, frite um pouco e adicione o caldo de galinha. Deixe ferver. Tire do fogo e acrescente o creme de leite (sem o soro). Coloque uma pitada de noz-moscada e pimenta do reino, corrija o sal. Volte para o fogo só pra dar uma aquecida (não deixe ferver). Monte em um refratário: molho, as lâminas de lasanha, o queijo. Termine com uma última camada de queijo. Leve ao forno para cozinhar a lasanha. Dica: se o molho não for suficiente, após montar a lasanha, acrescente leite no refratário, suficiente para quase cobrir a massa. |
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
V for Vendetta. That's it.
Finalmente algo de relevante à sociedade apareceu nessa minha pseudo-mente. Na verdade, eu pretendia monologar por horas a fio sobre como eu gostaria de ter tempo para trabalhar no layout do blog... Maaaaas como não é o que eu farei - mas que fique clara me intenção de fazer o layout do blog -, vou direto ao assunto.
Hoje eu vim falar sobre meu novo filme preferido. Aliás, eu deixei de escolher filmes prediletos... Já que um filme que se limita somente ao próprio filme não merece nenhuma extraordinária atenção. Uma história deve ser contada... E quando uma história é realmente boa, fica difícil contá-la em um filme só. Talvez daí venha meu interessa por trilogias.
Apaixonada pela história genialmente apresentada pelo meus queridinhos irmãos Wachowski - que idealizaram e realizaram minha segunda história preferida - que, além de presentear o mundo, e a mim, com o universo Matrix, ainda colocaram a mão na massa pra fazer o filme de V de Vingança. E que filme.
A minissérie de Alan Moore é complexa demais para o público comum. Me lembro de quantas vezes tive que consultar o dicionário enquanto me deliciava nas páginas das HQs... E não só o vocabulário, a história em si. Cheia de citações, e a clara necessidade de conhecimentos gerais prévios do leitor. E como buscar conhecimentos gerais é algo que muito me interessa, a leitura foi um prato cheio.
Pela complexidade da história original, o filme simplifica muitas questões originais da série, e muda o cenário político, trazendo-o para os dias de hoje. Claro que não dá pra comparar o impacto que existiu hoje com o que houve quando a HQ V de Vingança foi lançada. Havia a guerra fria e havia Margareth Thatcher. Ah, Margareth Thatcher... E quem disser que ela tem algo a ver com Chanceler Susan - ou Sutler, como no filme - entrará num saco preto e nunca mais será visto =x Aliás, não entendi o porquê da mudança do nome, por ora.
E Evey, oh, Evey. A Evey do HQ, no filme, era uma mulher crescida, inteligente e independente. Longe da menininha ingênua e boba da história original.
Outras mudanças que eu simplesmente não achei necessárias foram os sumissos dos Vs... Na HQ, tudo é relacionado à letra V ou ao algarismo romano V. E esses detalhes que enriqueciam toda a história, foram extintos. Tanto quanto a espécie de rosas que V deixava, a Violet Carson, que virou Scarlet Carson. E mais uma referência com a letra V foi perdida nisso. E também não foi mostrada a placa da Victoria Station, a estação do metrô londrino que ganha um capítulo inteiro com seu nome na HQ.
O filme é incrível. Mesmo, mesmo, mesmo. Mas não chega perto da qualidade da história original.
Mas mesmo assim é bom! xD
Assistam!! xD~
Acho que daqui me despeço... Aos que ainda lêem essa joça, muito obrigada. Aos que não lêem... Bom, você não lêem mesmo, nem adianta falar nada ¬¬' (Tá, não podia faltar a piadinha do dia, né :P)
Vi Veri Veniversum Vivus Vici
Hoje eu vim falar sobre meu novo filme preferido. Aliás, eu deixei de escolher filmes prediletos... Já que um filme que se limita somente ao próprio filme não merece nenhuma extraordinária atenção. Uma história deve ser contada... E quando uma história é realmente boa, fica difícil contá-la em um filme só. Talvez daí venha meu interessa por trilogias.
Apaixonada pela história genialmente apresentada pelo meus queridinhos irmãos Wachowski - que idealizaram e realizaram minha segunda história preferida - que, além de presentear o mundo, e a mim, com o universo Matrix, ainda colocaram a mão na massa pra fazer o filme de V de Vingança. E que filme.
A minissérie de Alan Moore é complexa demais para o público comum. Me lembro de quantas vezes tive que consultar o dicionário enquanto me deliciava nas páginas das HQs... E não só o vocabulário, a história em si. Cheia de citações, e a clara necessidade de conhecimentos gerais prévios do leitor. E como buscar conhecimentos gerais é algo que muito me interessa, a leitura foi um prato cheio.
Pela complexidade da história original, o filme simplifica muitas questões originais da série, e muda o cenário político, trazendo-o para os dias de hoje. Claro que não dá pra comparar o impacto que existiu hoje com o que houve quando a HQ V de Vingança foi lançada. Havia a guerra fria e havia Margareth Thatcher. Ah, Margareth Thatcher... E quem disser que ela tem algo a ver com Chanceler Susan - ou Sutler, como no filme - entrará num saco preto e nunca mais será visto =x Aliás, não entendi o porquê da mudança do nome, por ora.
E Evey, oh, Evey. A Evey do HQ, no filme, era uma mulher crescida, inteligente e independente. Longe da menininha ingênua e boba da história original.
Outras mudanças que eu simplesmente não achei necessárias foram os sumissos dos Vs... Na HQ, tudo é relacionado à letra V ou ao algarismo romano V. E esses detalhes que enriqueciam toda a história, foram extintos. Tanto quanto a espécie de rosas que V deixava, a Violet Carson, que virou Scarlet Carson. E mais uma referência com a letra V foi perdida nisso. E também não foi mostrada a placa da Victoria Station, a estação do metrô londrino que ganha um capítulo inteiro com seu nome na HQ.
O filme é incrível. Mesmo, mesmo, mesmo. Mas não chega perto da qualidade da história original.
Mas mesmo assim é bom! xD
Assistam!! xD~
Acho que daqui me despeço... Aos que ainda lêem essa joça, muito obrigada. Aos que não lêem... Bom, você não lêem mesmo, nem adianta falar nada ¬¬' (Tá, não podia faltar a piadinha do dia, né :P)
Vi Veri Veniversum Vivus Vici
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